segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Como configurar o log de eventos de diagnóstico do Active Directory e do LDS


Resumo

Este artigo passo a passo descreve como configurar o log de eventos de diagnóstico do Active Directory nos sistemas operacionais Microsoft Windows Server.
O Active Directory registra eventos no log de Serviços de Diretório ou Instância LDS no Visualizador de Eventos. Você pode usar as informações coletadas no log para ajudar a diagnosticar e resolver possíveis problemas ou monitorar a atividade de eventos relacionados ao Active Directory em seu servidor.
Por padrão, o Active Directory registra apenas eventos críticos e eventos de erro no log do serviço de diretório. Para configurar o Active Directory para registrar outros eventos, você deve aumentar o nível de log editando o registro.

Log de eventos de diagnóstico do Active Directory

As entradas do Registro que gerenciam o log de diagnóstico do Active Directory são armazenadas nas seguintes subchaves do Registro: 
Controlador de domínio : HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\NTDS\Diagnostics
LDS: HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\<LDS instance name>\Diagnostics
Cada um dos seguintes valores REG_DWORD na  subchave Diagnostics representa um tipo de evento que pode ser gravado para o log de eventos:

1 KCC (Knowledge Consistency Checker)
2 Eventos de segurança
3 Eventos da interface ExDS
4 Eventos da interface MAPI
5 Eventos de replicação
6 Coleta de lixo
7 Configuração interna
8 Acesso ao diretório
9 Processamento interno
10 Contadores de desempenho
11 Inicialização / término
12 Controle de serviço
13 Resolução de nomes
14 Backup
15 Campo Engenharia
16 Eventos da interface LDAP
17 Configuração
18 Catálogo global
19 Mensagens entre sites
Novo no Windows Server 2003:
20 Cache de grupo
21 Replicação de valor vinculado
22 Cliente
DS RPC 23 Servidor DS RPC
24 Esquema DS
Novo no Windows Server 2012 e no Windows 8:
25 Mecanismo de Transformação
26 Controle de Acesso Baseado em Declarações

1 Knowledge Consistency Checker (KCC)
2 Security Events
3 ExDS Interface Events
4 MAPI Interface Events
5 Replication Events
6 Garbage Collection
7 Internal Configuration
8 Directory Access
9 Internal Processing
10 Performance Counters
11 Initialization/Termination
12 Service Control
13 Name Resolution
14 Backup
15 Field Engineering
16 LDAP Interface Events
17 Setup
18 Global Catalog
19 Inter-site Messaging
New to Windows Server 2003:
20 Group Caching
21 Linked-Value Replication
22 DS RPC Client
23 DS RPC Server
24 DS Schema
New to Windows Server 2012 and Windows 8:
25 Transformation Engine
26 Claims-Based Access Control

Níveis de registro

Cada entrada pode receber um valor de 0 a 5 e esse valor determina o nível de detalhes dos eventos registrados. Os níveis de registro são descritos como:

  • 0 (nenhum): somente eventos críticos e eventos de erro são registrados nesse nível. Esta é a configuração padrão para todas as entradas, e deve ser modificada somente se ocorrer um problema que você queira investigar.
  • 1 (Mínimo): Eventos de muito alto nível são registrados no log de eventos nessa configuração. Os eventos podem incluir uma mensagem para cada tarefa principal executada pelo serviço. Use essa configuração para iniciar uma investigação quando você não souber a localização do problema.
  • 2 (Básico)
  • 3 (Extensivo): esse nível registra informações mais detalhadas do que os níveis inferiores, como as etapas executadas para concluir uma tarefa. Use essa configuração quando você tiver reduzido o problema a um serviço ou a um grupo de categorias.
  • 4 (verboso)
  • 5  (Interno): este nível registra todos os eventos, incluindo sequências de depuração e alterações de configuração. Um registro completo do serviço é registrado. Use essa configuração quando você rastrear o problema para uma categoria específica de um pequeno conjunto de categorias.

Como configurar o log de eventos de diagnóstico do Active Directory

Para configurar o log de eventos de diagnóstico do Active Directory, siga estas etapas.
Importante: Esta seção, método ou tarefa contém etapas que informam sobre como modificar o registro. No entanto, podem ocorrer sérios problemas se você modificar o registro incorretamente. Portanto, certifique-se de seguir estas etapas cuidadosamente. Para proteção adicional, faça o backup do registro antes de modificá-lo. Em seguida, você pode restaurar o registro se ocorrer um problema.

  1. Clique em Iniciar e, em seguida, clique em Executar .
  2. Na caixa Abrir , digite regedit e, em seguida, clique em OK .
  3. Localize e clique nas seguintes chaves do Registro. 

Controlador de domínio : HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\NTDS\Diagnostics
LDS: HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\<LDS instance name>\Diagnostics

Cada entrada que é exibida no painel direito da janela do Editor do Registro representa um tipo de evento que o Active Directory pode registrar. Todas as entradas são configuradas para o valor padrão de 0 (Nenhum).

  1. Configure o log de eventos para o componente apropriado:
    1. No painel direito do Editor do Registro, clique duas vezes na entrada que representa o tipo de evento para o qual você deseja fazer logon. Por exemplo, eventos de segurança .
    2. Digite o nível de log desejado (por exemplo, 2 ) na caixa Dados do valor e clique em OK .
  2. Repita a etapa 4 para cada componente que você deseja registrar.
  3. No menu Registro , clique em Sair para fechar o Editor do Registro.

Notas

  • Os níveis de log devem ser definidos para o valor padrão de 0 (Nenhum), a menos que você esteja investigando um problema.
  • Quando você aumenta o nível de log, o detalhe de cada mensagem e o número de mensagens que são gravadas no log de eventos também aumentam. Um nível de diagnóstico de 3 ou superior não é recomendado, porque o registro nesses níveis requer mais recursos do sistema e pode degradar o desempenho do seu servidor. Certifique-se de redefinir as entradas para 0 depois de concluir a investigação do problema.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Como criar e gerenciar backups de configuração no Internet Information Services 7.0

No IIS 7.0, você pode criar e gerenciar backups de configuração usando a ferramenta Appcmd.exe.

Por padrão, os backups de configuração que você cria usando a ferramenta Appcmd.exe estão localizados em subpastas no diretório:

%SystemDrive%\Inetpub\History

No prompt de comando, digite os seguintes comandos e pressione ENTER:

Como criar um backup de configuração:

cd %Windir%\system32\inetsrv

appcmd add backup backupName

backup especificado é criado no diretório:

%Windir%\system32\inetsrv\backup.

Como listar os backups de configuração existentes

cd %Windir%\system32\inetsrv

appcmd list backup

Como restaurar um backup de configuração

cd% Windir%\ system32\inetsrv

appcmd restore backup backupName

Como excluir um backup de configuração

cd% Windir% \ system32 \ inetsrv

appcmd delete backup backupName

Nota: Os recursos de backup de configuração fazem backup apenas das informações contidas no arquivo raiz ApplicationHost.config. Os recursos de backup de configuração não fazem backup das informações contidas nos arquivos Web.config distribuídos que existem nas pastas de conteúdo dos sites.

domingo, 11 de março de 2018

Adicionando um Grupo do Domínio como Administradores Locais


Duvida:
“Olá Douglas, sou administrador de uma rede com um domínio do AD servidores  e 500 estações windows xp portugues, a equipe de TI é formada por mais 8 técnicos que devem ter direito de administradores nas estações, não queria ter que colocar esse grupo de técnicos como Administradores do Dominio e acho inviável ter que adicionar esse grupo nos Administradores Locais estação por estação. Tem alguma solução mais pratica?”

Resposta:
“Sim, você pode usar os Grupos Restritos do Active Directory para fazer essa tarefa, você cria um grupo que representa os técnicos de suporte, cria ou edita uma GPO que afeta as estações do seu domínio e pronto a questão estará resolvida.” Faça da seguinte maneira:

Abra o Active Directory Users And Computers navegue até a OU em que você armazena os grupos da sua equipe de TI e crie um Grupo de Segurança que representa os técnicos. Nesse artigo criei um grupo de segurança “Administradores Locais” e adicionei as contas de usuários como membros desse grupo. Não vou explicar como criar um grupo no AD, pois todos sabem como fazê-lo.

Vamos a GPO:

Abra o Group Policy Management (GPMC) navegue até a OU que armazena as contas de computadores do domínio clique com o botão direito e selecione “Create a GPO in this domain and Link it here…”


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Na tela New GPO forneça um nome amigável para sua política e clique em OK.
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Agora clique com o botão direito na GPO criada e selecione Edit.

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Na tela Group Policy Management Editor, expanda Computer Configuration / Policies / Windows Settings / Security Settings em Restricted Groups clique com o botão direito e selecione Add Group…
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Na tela Add Group adicione o grupo que você criou e clique em OK.
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Na tela das propriedades do grupo em “This group is a member of” adicione o grupo “Administrators” e clique em OK.


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Feche o Group Policy Management Editor e o Active Directory Users And Computers, espere até que a politica seja aplicada as estações e o grupo já será membro do grupo local “Administradores


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Uma GPO de configuração aparentemente simples, mas que ajuda muito na administração de um domínio do Active Directory.


 

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Como ativar e desativar replicação do Active Directory

A replicação é bidirecional, ocorrendo tanto de entrada e saída. Cada uma dessas instruções pode ser desabilitada / habilitada indepedentemente da outra usando o comando repadmin. O comando repadmin faz parte das ferramentas de suporte, incluídas no Windows por padrão.

Quando você está fazendo grandes mudanças no Active Directory, é recomendável que você desative a replicação de saída no DC que você está modificando. Isso permitirá que você possa testar todas as mudanças que você fez em um único DC sem propagar essas alterações para o restante de seu diretório. Se você cometer um erro ou achar que as alterações feitas não foram bem sucedidas, você pode restaurar um único DC ao invés de ter que realizar uma operação de recuperação de desastre em todo o seu domínio.

Para desativar a replicação de saída em um controlador de domínio, digite o seguinte:

Comando: repadmin /options <DC_NAME> +DISABLE_OUTBOUND_REPL

Para reativar a replicação de saída, digite o seguinte:

Comando: repadmin /options <DC_NAME> -DISABLE_OUTBOUND_REPL

Para desativar a replicação de entrada, digite o seguinte:

Comando: repadmin /options <DC_NAME> +DISABLE_INBOUND_REPL

Para reativar a replicação de entrada, digite o seguinte:

Comando: repadmin /options <DC_NAME> -DISABLE_INBOUND_REPL

É importante notar que a desativação de replicação de saída em um controlador de domínio não terá qualquer efeito sobre a replicação de entrada. O DC ainda receberá atualização de seus outros parceiros de replicação, a menos que você desative a replicação de entrada sobre eles também.

Fazendo uso deste procedimento podemos garantir manutenções e mudanças no DC com mais segurança, evitando a propagação de possiveis erro para o diretório.

Como remover do AD um DC que não pode ser despromovido pelo dcpromo



Algumas vezes encontramos Domain Controllers (DC’s) no Active Directory (AD) pore os mesmos não mais existem em nosso ambiente, mas porque isto acontece?

Não é incomun precisarmos remover um DC da rede, porem nem sempre o processo é realizado da forma correta (pela ferramenta dcpromo), algumas vezes o servidor simplesmente é desligado da rede e ai ficamos com “lixo” do mesmo no AD.

Quando por qualquer motivo enfrentamos este tipo de problema, precisamos realizar o que chamamos de “Metadata Cleanup”, que consiste basicamente em remover o lixo deixado pelo servidor da metabase do AD.

Mas antes disso, vá até o servidor com o Windows Server 2003 e use o dcpromo /forceremoval e assim que o processo finalizar, desligue o servidor.

Para realizarmos esta limpeza, precisamos apenas iniciar a ferramenta “ntdsutil” (atraves de uma console MS-DOS ou do menu iniciar/executar/ntdsutil), em seguida devemos executar os seguintes comandos (todo comentario se encontra entre parenteses):

·          metadata cleanup

·          connections

·          connect to server nome-do-servidor (onde o nome-do-servidor não deve ser o nome do servidor a ser removido e sim o nome de um DC funcional da floresta)

·          quit

·          select operation target

·          list domains

·          select domain X (onde X é o numero do dominio que contem o servidor a ser removido)

·          list sites

·          select site X (onde X é o numero do site que contem o servidor a ser removido)

·          list servers in site

·          select server X (onde X é o servidor a ser removido)

·          list current selections (para que seja exibida uma lista com as seleções realizadas – dominio, site e servidor)

·          quit

·          remove selected server

·          quit

·          quit

Se estiver utilizando o SP1 (ou superior) do Windows 2003 server, fica mais simples a remoção, basta utilizar o ntdsutil da seguinte forma:

    • ntdsutil "Metadata Cleanup" "Remove selected server CN=DC-01,CN=Servers,CN=Site-01,CN=Sites,CN=Configuration,DC=jsathler,DC=spaces,DC=live,DC=com" Quit Quit

Caso este seja um dominio filho ou um dominio em outra arvore, sera necessario remover tambem atraves do Ntdsutil o dominio:

·          metadata cleanup

·          connections

·          connect to server nome-do-servidor (onde o nome-do-servidor pode ser qualquer DC funcional na floresta)

·          quit

·          select operation target

·          list domains

·          select domain X (onde x é o numero do dominio a ser removido)

·          remove selected domain

·          quit

·          quit

Caso o servidor removido tenha sido o proprietario de alguma das regras FSMO, sera necessario fazer a transferencia das mesmas para outro servidor, para esta operacao tambem é utilizado o Ntdsutil (so utilize a opcao “Seize” se realmente o servidor for removido da floresta, caso contrario utilize “transfer”):

·          roles

·          connections

·          connect to server nome-do-servidor (onde o nome-do-servidor é o servidor que recebera as regras FSMO)

·          quit

·          seize domain naming master  (uma janela aparecera pedindo a confirmação)

·          seize infrastructure master

·          seize PDC

·          seize rid master

·          seize schema master

·          quit

·          quit

No servidor DNS remova todas as entradas referentes ao servidor removido, para esta operação garanta que os seguintes registros sejam removidos:

·          Alias existente na zona _msdcs.dominio-root.com.br (procure pelo ID que aponte para o servidor removido)

·          Caso o mesmo tenha desempenhado a funcao de DNS server , nas propriedades da zona remova o servidor da guia “Name Servers”

·          Expanda a zona _tcp.nome-site._sites.dc._msdcs.dominio-root.com.br e exclua os registros referente ao servidor removido

·          Expanda a zona _tcp.dc._msdcs.dominio-root.com.br e exclua os registros referente ao servidor removido

·          Expanda a zona _tcp.id-dominio.domains._msdcs.dominio-root.com.br e exclua os registros referente ao servidor removido

·          Caso o servidor removido fosse um GC sera necessario remover as entradas sob a zona _tcp.nome-site._sites.gc._msdcs.dominio-root.com.br, _tcp.gc._msdcs.dominio-root.com.br e gc._msdcs.dominio-root.com.br

Através da ferramenta Active Directory Sites and Services expanda o site onde se encontrava o servidor e exclua o objeto com o nome do mesmo.

Fonte:https://jsathler.wordpress.com/2008/09/06/como-remover-do-ad-um-dc-que-nao-pode-ser-despromovido-pelo-dcpromo/


sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Comandos básicos para RoutersCisco

Coloquei os comandos básicos/úteis para utilização no Cisco IOS, via CLI – Command Line Interface. Acredito que vai ser bem útil para que está começando, ou acessa o roteador apenas eventualmente.

Modos de Configuração
roteador>
-  Modo Usuário
roteador# -  Modo Privilegiado
roteador(config)# -  Modo Global

Modo Usuário
enable
-  Entra no modo de configuração privilegiado

Modo Privilegiado
? -  Mostra os comandos disponíveis
configure terminal -  Entra no modo de configuração global
clock set – Configura a data e hora no equipamento
delete flash:/nome_do_arquivo -  Apaga o arquivo da flash
dir -  Mostra o conteúdo da flash
disable -  Sai do modo de configuração privilegiado
erase flash -  Apaga todo o conteúdo da flash
erase nvram -  Apaga todo o conteúdo da nvram
ping 10.1.1.1 – Pinga o host 10.1.1.1 e mostra o resultado
reload – Reinicia o roteador
traceroute 172.16.1.1 -  Mostra o caminho até o IP 172.16.1.1

Modo configuração global
enable secret -  Define a senha de enable
hostname  –
Define o "nome" no roteador
interface f0/0 – Entra no modo de configuração da interface fastethernet 0/0
ip route 0.0.0.0 0.0.0.0 10.1.1.1 -  cria uma rota padrão para 10.1.1.1
ip route 192.168.0.0 255.255.255.0 172.16.1.1 – cria uma rota estática para a rede 192.168.0.0, através de 172.16.1.1

Modo Configuração de Interface
description -  Coloca uma descrição na interface
end -  Volta para o modo privilegiado
exit -  Sai do modo de configuração de Interface
ip address 5.5.5.5 255.255.255.0 -  Configura o IP e máscara na interface
shutdown -  Desabilita a interface
no shutdown – Habilita a interface

Verificação básica
show arp -  Mostra a tabela arp do roteador
show diag -  Mostra informações dos módulos
show history -  Mostra os últimos comandos digitados
show version -  Mostra a versão do IOS e informações de hardware
show running-config -  Mostra a configuração
show interface -  Mostra informações das interfaces
show ip interface -  Mostra informações do protocolo IP na interface
show ip route -  Mostra a tabela de rotas
show users -  Mostra os usuários conectados
show tech-support -  Informação completa do sistema

Salvando a configuração
copy running-config startup-config
-  Salva configuração da memória DRAM para NVRAM
copy running-config tftp: -  Salva configuração da memória DRAM para o servidor TFTP
copy tftp: running-config -  Salva configuração do servidor TFTP para memória DRAM
wr -  Salva configuração da memória DRAM para NVRAM

terça-feira, 31 de outubro de 2017

How to enable execution of PowerShell scripts?

  1. Start Windows PowerShell with the "Run as Administrator" option. Only members of the Administrators group on the computer can change the execution policy.

  2. Enable running unsigned scripts by entering:

    set-executionpolicy remotesigned
    

This will allow running unsigned scripts that you write on your local computer and signed scripts from Internet.

Fonte: https://superuser.com/questions/106360/how-to-enable-execution-of-powershell-scripts

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Problemas com extensão telefónica asterisk


List DND-enabled extensions

Se o DND estiver configurado usando o recurso DND do IP-Phone, então não há como você pode listá-los. Caso contrário, se estiver configurado usando o código do recurso FreePBX (* 78), então aqui está a maneira de fazê-lo:

image

No prompt do linux run:
# asterisk -rx “database show DND” or

#asterisk -rx “database show” | grep “/DND/”

# asterisk -rx "database show DND"
/DND/1002                                         : YES
/DND/1004                                         : YES
/DND/1006                                         : YES
/DND/1007                                         : YES

To remove DND from an extension run:

# asterisk -rx “database del DND ext.”



To enable DND manully for an extension run:

# asterisk -rx “database put DND ext. YES”

# asterisk -rx "database put DND 1002 YES"
Updated database successfully

# asterisk -rx "database show DND"
/DND/1002                                         : YES 

fonte: http://www.mehrdust.com/archives/how-to-list-all-dnd-enable-extensions

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Variáveis ​​de ambiente

 

Uma variável de ambiente é um valor dinâmico carregado na memória que pode ser usado por vários processos operando simultaneamente. Na maioria dos sistemas operacionais, a localização de algumas bibliotecas ou dos executáveis ​​principais do sistema pode ser diferente dependendo da instalação.
Portanto, é possível, a partir de um determinado programa, fazer referência a um local baseado nas variáveis ​​de ambiente que definem esses dados.

 

Em Windows

No Windows, as variáveis ​​de ambiente são colocadas entre o caractere "%". Assim, para exibir o valor de uma variável de ambiente, basta digitar o seguinte tipo de comando:
Echo % NAME_OF_THE_VARIABLE %

Aqui está uma lista não exaustiva das principais variáveis ​​de ambiente em sistemas Windows:

Variável de ambiente
Descrição
%APPDATA%
Retorna um caminho de acesso para o diretório padrão contendo os programas do usuário (por padrão: C: \ Arquivos deProgramas \ .
% CMDCMDLINE%
Retorna o comando exato usado para acessar o interpretador de comandos ( cmd.exe ).
%COMPUTERNAME%
Retorna o nome atribuído ao computador.
%DATE%
Retorna a data do dia.
% ERRORLEVEL%
Contém o código de erro do último comando utilizado.
% HOMEDRIVE%
Contém a letra da unidade na qual o diretório do usuário atual está localizado.
% HOMEPATH%
Contém o caminho de acesso completo ao diretório do usuário atual.
% NUMBER_OF_PROCESSOR%
Contém o número de processadores presentes no sistema.
% OS%
Contém uma cadeia de caracteres descrevendo o sistema operacional instalado. Observe que Windows 2000 é identificado como WINDOWS_NT .
%PATH%
Especifica o caminho de acesso aos principais executáveis ​​do sistema.
% PATHEXT%
Descreve as extensões que o sistema considera executáveis.
% PROCESSOR_ARCHITECTURE%
Descreve a arquitetura do processador ( x86 para máquinas Intel, IA64 para arquiteturas RISC).
%RANDOM%
Retorna um inteiro entre 0 e 32167 escolhido aleatoriamente pelo sistema.
% SYSTEMDRIVE%
Contém a letra da unidade em que o sistema está localizado (geralmente C :) .
% SYSTEMROOT%
Contém o caminho de acesso ao diretório raiz do sistema.
% TEMP%
Contém o caminho de acesso de diretório temporário para os aplicativos.
% TMP%
Contém o caminho de acesso de diretório temporário para os aplicativos.
%TIME%
Retorna a data do dia.
% USERDOMAIN%
Contém o domínio ao qual pertence a conta atual.
% USERNAME%
Contém o nome de usuário correspondente à conta atual.
%USERPROFILE%
Contém a localização do perfil de usuário da conta atual.
% WINDIR%
Contém o caminho de acesso ao diretório do sistema (geralmente C: \ WINDOWS ou C: \ WINNT ).

No Windows, o comando set permite a criação, modificação e exibição das variáveis ​​de ambiente. No entanto, as alterações são feitas apenas na sessão em andamento.
Para exibir uma variável, o seguinte comando é usado:
Set VariableName
Para criar uma variável, o seguinte comando é usado:
Set VariableName = value
Para excluir uma variável, o seguinte comando é usado:
Set VariableName =
É possível usar qualquer caractere como um valor, incluindo espaços. No entanto, para poder usar caracteres especiais (<,>, |, & ou ^), basta colocar o caractere de escape (^) na frente deles ou aspas em torno deles, que será parte do valor, uma vez que todos os caracteres Após o sinal =são tidos em conta. Por exemplo, para definir "preto & branco" como o valor:
Set color = black ^ & white
ou
set varname = "novo & nome"

 

Em UNIX

Em sistemas UNIX , as variáveis ​​de ambiente são precedidas pelo caractere "$" e colocadas entre chaves, mesmo que as chaves não são obrigatórias. Dada a variedade de sistemas UNIX (particularmente as diferentes distribuições do Linux ), as variáveis ​​de ambiente Assim, para exibir o valor de uma variável de ambiente, basta digitar um dos seguintes comandos:
Echo $ VARIABLE
echo $ { VARIABLE }

 

Aqui está uma lista não exaustiva das principais variáveis ​​de ambiente em sistemas UNIX:

Variável de ambiente
Descrição
$ ARCH
Contém a descrição da arquitetura da máquina.
$ DISPLAY
Contém a ID do terminal de exibição a ser usado no administrador da janela (X11).
$ HOME
Retorna o caminho de acesso ao diretório do usuário atual.
$ HOST
Retorna o nome do computador.
$ LANG
Retorna o código de idioma padrão.
$ PATH
Retorna uma lista de caminhos de acesso para diretórios que contêm executáveis, separados por ponto e vírgula.
$ PRINTER
Contém o nome da impressora padrão.
$ SHELL
Indica o caminho do interpretador de comandos utilizado.
$ USER
Retorna o ID do usuário atual.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Configurar Local DB SQL Server

Para podermos configurar uma base de dados local do Sql Server, criado por exemplo através do Visual Studio, podemos usar o comando sqllocaldb conforme as opções abaixo

 
C:\Windows\System32\>sqllocaldb /?
Microsoft (R) SQL Server Express LocalDB Command Line Tool
Version 13.0.1601.5
Copyright (c) Microsoft Corporation.  All rights reserved.
Usage: SqlLocalDB operation [parameters...]
Operations:
-?
    Prints this information
create|c ["instance name" [version-number] [-s]]
    Creates a new LocalDB instance with a specified name and version
    If the [version-number] parameter is omitted, it defaults to the
    latest LocalDB version installed in the system.
    -s starts the new LocalDB instance after it's created
delete|d ["instance name"]
    Deletes the LocalDB instance with the specified name
start|s ["instance name"]
    Starts the LocalDB instance with the specified name
stop|p ["instance name" [-i|-k]]
    Stops the LocalDB instance with the specified name,
    after current queries finish
-i request LocalDB instance shutdown with NOWAIT option
-k kills LocalDB instance process without contacting it
share|h ["owner SID or account"] "private name" "shared name"
    Shares the specified private instance using the specified shared name.
    If the user SID or account name is omitted, it defaults to current user.
unshare|u ["shared name"]
    Stops the sharing of the specified shared LocalDB instance.
info|i
    Lists all existing LocalDB instances owned by the current user
    and all shared LocalDB instances.
info|i "instance name"
    Prints the information about the specified LocalDB instance.
versions|v
    Lists all LocalDB versions installed on the computer.
trace|t on|off
    Turns tracing on and off
SqlLocalDB treats spaces as delimiters. It is necessary to surround
instance names that contain spaces and special characters with quotes.
For example:
   SqlLocalDB create "My LocalDB Instance"
The instance name can sometimes be omitted, as indicated above, or
specified as "". In this case, the reference is to the default LocalDB
instance "MSSQLLocalDB".