terça-feira, 1 de outubro de 2013

Aprenda a gravar os separadores que tem activos ao fechar o Firefox 5 ou superior

Uma das funções que perdemos no Firefox após a 4ª versão, por ter sido desactivada como padrão, foi a possibilidade de guardar os separadores abertos quando fechamos o explorador. Ora essa função, pelo menos para mim, era fundamental pois há sites que tenho sempre abertos em vários separadores e ter de voltar a abrir um separador novo e entrar neles cada vez que carrego o Firefox não era nada prático. Parti à procura de solução e encontrei aquilo que pode ser a resolução do problema.

Assim, não percam esta dica que promete restabelecer a possibilidade de guardar os separadores cada vez que fechamos o Firefox.
Para obter de novo essa «função perdida» basta abrirem o vosso Mozilla Firefox, versões 5 ou superior e na barra de endereços escrever: about:config e carregar no ENTER. De seguida receberemos uma mensagem como se vê aqui:

clip_image002

Não se preocupem, não vamos fazer nada de anormal, por isso basta clicar em “SEREI CUIDADOSO, PROMETO“. Uma vez clicado o botão anteriormente mencionado somos redireccionados para uma listagem de funções onde temos de procurar pela entrada: browser.showQuitWarning. Podem procurar de forma manual ou então carreguem em F3 e escrevam o nome da entrada.

clip_image004

Uma vez encontrada, clicamos com o botão direito do rato e escolhemos a opção ALTERNAR. Voilá. Agora basta fechar o explorador e da próxima vez que arrancar seremos presenteados com a função activa de gravar os separadores.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Derrubar sessões presas do Terminal Server por outro servidor.

Fonte:http://aldoalvesti.wordpress.com/2010/06/12/derrubar-sessoes-presas-do-terminal-server-por-outro-servidor/
Vou deixar uma dica bastante útil.
Para vocês Administradores de redes ou Analistas de suporte que acessam os serviços de Terminal Services diariamente, quem nunca teve problemas com sessões de terminal presas?
Por exemplo quando você usa uma conexão VPN client e sua internet cai , mantendo a sessão presa do Terminal Services, esse problema ocorre porque o Windows permite apenas duas sessões de terminal simultaneamente quando você está no modo Administrativo.
É apresentada a mensagem abaixo:


Vou estar mostrando um passo a passo para verificar através de um outro Servidor no domínio logado com credenciais administrativas quais as sessões que se encontram no Servidor com a sessão presa, assim sendo passaremos a resetar estas sessões presas de posse do ID delas.
Através de outro servidor na sua rede com credenciais administrativas utilize o comando abaixo , substituindo pelo nome do Servidor que está com a sessão presa.
image
Conforme a  figura  acima existe uma sessão para o user Admisnistrator com o ID 1 , agora vamos resetar a sessão com posse do ID acima :

image
Verificando se as sessões presas foram resetadas:
image
Sucesso !
Até a proxima pessoal.








quinta-feira, 4 de abril de 2013

DNS - A zona de pesquisa direta foi excluída acidentalmente

 

A zona de pesquisa direta foi criada usando o nome errado ou foi excluída acidentalmente. Para recriar a zona, siga estas etapas:

  1. Certifique-se de que o adaptador de rede interna (e adaptador de rede externo se houver uma) aponte para o IP do servidor para a resolução DNS na caixa de diálogo Propriedades de TCP/IP ..

Aqui coloquei a placa da rede com servidor

  1. No MMC do DNS, clique com o botão direito no objeto do servidor e, em seguida, clique em Nova zona. Inicia o Assistente de nova zona. Em Tipo de zona, clique em Integrado ao Active Directory. Na próxima página, clique em Zona de pesquisa diretae, em seguida, digite um nome de domínio (por exemplo, domain.com).
  2. Expanda a pasta zonas de pesquisa direta, clique com o botão direito na zona e, em seguida, clique em Propriedades.
  3. Na guia Geral , certifique-se de que somente atualizações seguras está selecionado na Permitir atualizações? lista (que é a configuração padrão). Clique em OKe, em seguida, feche o MMC de DNS.
  4. Em um prompt de comando, reinicie o serviço Netlogon usando a seguinte linha de comando:
    • net stop netlogon
    • net start netlogon
    • ipconfig /registerdns

Verifique se o arquivo de zona agora tem os seguintes subdomínios:

  • msdcs
  • sites
  • TCP
  • UDP

terça-feira, 2 de abril de 2013

Comando for para executar vários pings

for /l %r in (1,1,1000) do ping 192.168.1.%r

onde

%r -- variavel de ambiente

(1,1,1000) - contagem de máquina a máquina até o limite de 1000 máquinas

altere de acordo com o número de máquinas da sua rede

do - fazer

ping - teste de conexão

192.168.0.%r - ip com a variavel no final para contagem...

Comandos IP relativos a redes no Windows

Autor:

Fonte:http://pt.kioskea.net/faq/1319-comandos-ip-relativos-a-redes-no-windows

 

Às vezes é útil conhecer os comandos IP, para analisar ou até mesmo configurar suas redes TCP/IP.
Eis a lista destes comandos para utilizar em uma janela DOS:

  • Ping
  • Tracert
  • IpConfig
  • NetStat
  • ROUTE/Roteador
  • Arp
  • NbtStat
  • Telnet
  • Hostname
  • Ftp
  • NsLookUp
  • NetSh

     

    Ping

    PING : Teste a conexão com um endereço IP distante
    ping -t [IP ou host] 
    ping -l 1024 [IP ou host]


    • A opção -t permite fazer « pings » contínuos até CTRL-C.

      • Se você definiu a opção -t você pode ter em qualquer momento as estatíscas sem interromper as solicitações ping pressionando sobre Ctrl+Attn (também pode aparecer como Ctrl+Pause)

    Este comando é útil para gerar uma carga de rede especificando o tamanho do pacote com a opção -l e o tamanho do pacote em octetos.

    Tracert

    TRACERT : Afixa todos os endereços IP intermediários pelos quais passa o pacote entre a máquina local e o endereço IP específico.
    tracert [@IP ou não do host] 
    tracert -d [@IP ou não do host]

    Este comando é útil se o comando ping não der resposta, para estabelecer qual o nível de falha da conexão.

    IpConfig

    IPCONFIG : Afixa ou refresca a configuração rede TCP/IP
    ipconfig /all [/release [carte]] [/renew [carta]] /flushdns /displaydns /registerdns [-a] [-a] [-a] 

    Este comando, executado sem opção, afixa o endereço IP em andamento, a máscara da rede bem como a passarela padrão no nível das interfaces de rede conhecidas na máquina local.

    • /all:Afxa toda a configuração da rede, inclusive os servidores

    DNS, WINS, bail DHCP, etc ...

    • /renew [carta]: Reconfigura DHCP de todas as cartas (se uma carta não é especificada) ou de uma carta específica com o parâmetro carta. O nome da carta é aquele que aparece com ipconfig sem parâmetro.
    • /release [carte]: Envie uma mensagem DHCPRELEASE ao servidor DHCP para liberar a configuração DHCP atual e anular a configuração do endereço IP de todas as cartas ( se nenhuma carta é especificada) ou de uma carta com parâmetro carta. Este parâmetro TCP/IPC para as cartas configuradas de maneira a obter automaticamente um endereço IP.
    • /flushdns: Esvazia e reinicia o cache de resolução do cliente DNS. Esta opção é útil para excluir as entradas de cache negativas bem como todas as outras adicionadas de maneira dinâmica.
    • /displaydns: Afixa o cache de resolução do cliente DNS, que inclui as entradas pré-carregadas a partir do arquivo dos hóspedes locais bem como todos o registros de recursos recentemente obtidos pelas solicitações de nomes resolvidas pelo computador. O serviço cliente DNS utiliza estas informações para resolver rapidamente os nomes frequentemente solicitados, antes de interrrogar seus servidores DNS configurados.
    • /registerdns: Atualiza todos os barrotes DHCP e reescreve os nomes DNS.


    NetStat

    NETSTAT : Afixa o estado da pilha TCP/IP na sua máquina local

    NETSTAT [-a] [-e] [-n] [-s] [-p proto] [-r] [intervalo]


    • -a Afixa todas as conexão e portos de escutas (As conexões do lado do servidor são normalmente inibidas).
    • -e Afixa as estatísticas Ethernet. Pode ser combinada com a opção -s.
    • -n Afixa os endereços e os números de portos sob a forma numérica.
    • -p proto Afixa as conexões para o protocolo especificado pelo proto; proto pode ser utilizado com a opção -s para afixar as estatísticas por protocolo, proto pode ser TCP, UDP, ou IP.
    • -r Afixa o conteúdo da tabela do roteador.
    • -s Afixa as estatísticas por protocolo. Por padrão, as estatísticas em TCP, UDP e IP são visualizadas; a opção -p pode ser utilizada para especificar em sub-conjunto do padrão.
    • intervalo: Afixa novamente as estatísticas selecionadas, com uma pausa de « intervalo » segundos entre cada afixagem. Pressione sobre Ctrl+C para parar a afixagem das estatísticas.
    • -abnov Afixa os processos que utilizam a conexão internet (Endereço IP, porto, endereço distante e o PID do processo que utiliza a conexão bem como seu nome).


    ROUTE/Roteador

    ROUTE : Afixa ou modifica a tabela do roteador

    ROUTE [-f] [commande [destinação] [MASK máscara da rede] [passarela]


    • -f Apaga as tabelas do roteador de todas as entradas de passarelas. Utilizado conjuntamente com um dos comandos, as tabelas são apagados antes da execução do comando.
    • -p Torna subsistente a entrada na tabela depois do reboot da máquina
    • comando: Especifica um dos quatro comandos:

      • DELETE: Apaga um itinerário.
      • PRINT: Afixa um itinerário.
      • ADD: Acrescenta um itinerário.
      • CHANGE: Modifica um itinerário existente.

    • destino: Especifica um hóspede.
    • MASK: Se a palavra chave MASK estiver presente, o parâmetro seguinte é interpretado como o parâmetro máscara da rede.
    • máscara: Fornecida, ela especifica o valor da máscara da sub-rede para associar neste entrada de itinerário. Não especificada, ele assume o valor padrão 255.255.255.255.
    • passarela: Especifica a passarela.
    • METRIC: Especifica o custo métrico para o destino


    Arp

    ARP : Resolução dos endereços IP em endereços MAC. Afixa e modifica as tabelas de traduções dos endereços IP em endereços físicos utilizados pelo protocolo de resolução de endereços ARP.
    ARP -s adr_inet adr_eth [adr_if] 
    ARP -d adr_inet [adr_if]
    ARP -a [adr_inet] [-N adr_if]


    • -a Afixa as entradas ARP interrogando o protocolo de dados ativos. Se adr_inet é especificado, somente os endereços IP e físico do computador serão afixados. Se mais de uma interface de rede utiliza ARP, as entradas de cada tabela ARP são afixadas.
    • -g Idêntica a -a.
    • adr_inet Especifica um endereço internet.
    • -N adr_if Afixa as entradas ARP para a interface de rede especificada por adr_if.
    • -d Apaga o hóspede específico por adr_inet.
    • -s Acrescenta um hóspede e associa o endereço Internet adr_inet com o endereço físico adr-eth. O endereço físico é dado sob forma de 6 octetos hexadecimais separados por hífens. A entrada permanente.
    • adr_eth Especifica um endereço físico.
    • adr_if Definida, ela especifica o endereço Internet da interface cuja tabela de tradução dos endereços deveria estar modificada. Não definida, a primeira interface aplicável será utilizada.


    NbtStat

    NBTSTAT : Atualização do cache do arquivo Lmhosts. Afixa as estatísticas do protocolo e as conexões TCP/IP atuais utilizando NBT (NetBIOS sobre TCP/IP).

     NBTSTAT [-a Nome Distante] [-A endereço IP] [-c] [-n] [-r] [-R] [-s] [S] [intervalo]


    • -a (estado da carta) Lista da tabela de nomes da máquina distante (nome conhecido)
    • -A (estado da carta) Lista da tabela de nomes da máquina distante (endereço IP).
    • -c (cache) Lista o cache de nomes distantes e tidos como os endereços IP.
    • -n (nomes) Lista os nomes NetBIOS locais.
    • -r (resolvidos) Lista os nomes resolvidos pela difusão e via Wins.
    • -R (Carga) Esvaziamento e carregamento da tabela do cache de nomes distantes.
    • -S (Sessões) Lista a tabela de sessões com os endereços destino IP.
    • -s (sessões) Lista a tabela de sessões convertendo os endereços de destino IP em nomes de hóspedes via o arquivo hóspedes.


    Um exemplo:
     nbtstat -A @IP

    Este comando reenvia o nome NetBIOS, nome do sistema , os utilizadores conectados.... da máquina distante.

  • Telnet


    TELNET

    telnet <IP ou host> 
    telnet <IP ou host> <port TCP>



    O comando telnet permite acessar no modo Terminal (ecrã passivo) um host distante. Ele permite também verificar se um serviço TCP qualquer roda sobre um servidor distante especificando depois o endereço IP o número de porto TCP. É assim que pode-se testar se o serviço SMTP, por exemplo, roda com um servidor Microsoft Exchange utilizando o endereço IP do conectador SMTP e depois 25 como número de porto. Os portos mais comuns são:



    • ftp (21),
    • telnet (23),
    • smtp (25),
    • www (80),
    • kerberos (88),
    • pop3 (110),
    • nntp (119)
    • e nbt (137-139).

    Hostname


    HOSTNAME : Afixa o nome da máquina


    Ftp


    FTP: Cliente de download de arquivos

    ftp -s:<file>


    • -s esta opção permite lançar os FTP no modo batch: especifica um arquivo textual contendo os comandos FTP.

    NsLookUp


    NsLookUp: envia demandas DNS para um servidor DNS por escolha

    nslookup [domínio] [servidor dns]



    O comando NsLookUp permite enviar demandas DNS para um servidor. Por padrão, se você não colocar o servidor DNS, o comando utilizará aquele que é utilizado pela sua interface de rede (aquele que você utiliza para navegar na internet, por exemplo) mas você pode forçar a utilização de um outro servidor.

    Por exemplo, para pedir ao servidor DNS 10.0.0.3 o endereço IP correspondente ao endereço www.commentcamarche.net:

    nslookup www.commentcamarche.net 10.0.0.3


    • Se você não precisar de nenhum parâmetro para nslookup, um shell abrir-se-á na espera de demandas vindas de você

    NetSh


    NetSh: configura a rede no Windows


    O netsh ou network shell é um utilitário incluido na linha de sistemas operacionais Windows NT, encontrado a partir do Windows 2000. Este permite a configuração local ou remota dos parâmetros de rede.

    Um uso comum do netsh é a reinicialização do TCP/IP stack para o padrão, tarefa que no Windows 98 requeria a reinstalação do adaptador TCP/IP. Com o netsh, deve-se prover um arquivo de log, que será preenchido com os valores alterados.

    O Netsh também permite a alteração do IP local, entre outras coisas.

    Comandos Básicos do netsh:

    Exibir Configuração atual de IP - netsh interface ip show config

    Exibir estado dos adaptadores de rede - netsh interface show interface

    Exibir estado do adaptador sem fio - netsh wlan show interface

    Exibir endereço com o protocolo ipv6 - netsh interface ipv6 show address

    Atribuir IP, Máscara e Gateway a um adaptador de rede - netsh int ip add address "Adaptador de rede" static "endereço ip" "máscara" "gateway" ex: netsh int ip add address "REDE_LOCAL" static "192.168.1.10" "255.255.255.0" "192.168.1.254"

    Atribuir DNS Primário a um adaptador de rede - netsh int ip add dns "Adaptador de rede" static "endereço do servidor de dns" primary ex: netsh int ip add dns "REDE_LOCAL" static 192.168.1.1 primary

    Atribuir DNS Secundário a um adaptador de rede - netsh int ip add dns "Adaptador de rede" addr="endereço do servidor de dns" index=2 ex: netsh int ip add dns "REDE_LOCAL" addr=192.168.1.248 index=2

    Ativar firewall do Windows - netsh advdfirewall set currentprofile state on

    Desativar firewall do Windows - netsh advfirewall set currentprofile state off


    quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

    Sincronizando pastas no Windows 7 com o SyncToy 2.1

    Profissionais de TI e Administradores de rede podem ter uma grande dor de cabeça com usuário que perdem dados do computador sem fazer backup. É difícil convencer mesmo os usuários mais experientes a salvar o seu trabalho remotamente e não apenas localmente.

    O SyncToy é uma ferramenta disponibilizada pela Microsoft para ajudar nesse problema. Se você deseja sincronizar dados entre PCs ou até mesmo do seu computador com um dispositivo móvel, o SyncToy é a ferramenta ideal para ajudar nessa tarefa.

     
    Se você costuma utilizar o pen drive para levar seus arquivos sempre com você, essa sincronização torna-se essencial. Com uma interface intuitiva, basta o usuário especificar as pastas que deseja manter a sincronização.

    O SyncToy usa uma arquitetura de pastas emparelhadas, na qual você especifica um diretório esquerdo e outro direito. Você pode criar quantos pares de pastas desejar e sincronizar um ou todos eles com um único clique. Usando o agendador de tarefas do Windows é possível programar para que essa sincronização seja feita automaticamente em um horário pré determinado.

    A versão 2.1 do programa é gratuita e traz suporte ao Windows 7 32 bits e 64 bits. Para fazer o download clique aqui.

     

    Sincronização automática

    Uma vez instalado, o SyncToy pode ser configurado da maneira que quiser. Você deve escolher duas pastas (ou dispositivos) diferentes e editar as informaçõs para que o programa execute a sincronização. Ali você define filtros e opções de sincronia, para que o SyncToy trabalhe em prol das suas necessidades.

    Entretanto, para que o SyncToy faça o que você quiser, é preciso acessar o programa manualmente, escolher as opções (você pode fazer vários pares de pastas, de acordo com suas necessidades) e então mandar o programa executar a tarefa. Portanto, é hora de usar o agendador de tarefas do Windows.

    Ao abrir o agendador, clique em “Criar tarefa básica” e aguarde alguns segundos. Sim, o seu computador vai parecer ter travado, mas não se preocupe.

     

    Inicie uma nova tarefa

    Na nova tarefa básica, insira as informações da atividade. No caso, inserimos o título como “Sincronização SyncToy” e colocamos uma pequena descrição do que aquela tarefa deve ser, caso você possua várias opções no agendador do computador.

    Insira a tarefa e sua descrição

    A seguir, é preciso escolher o chamado “disparador da tarefa”, ou seja, quando você deseja que a ação seja executada. Repare que existem poucas opções aqui, porém é possível editar o campo com informações mais precisas mais adiante.

    Escolha o tempo no disparador de tarefas

    Para este exemplo, escolhemos a opção diária, para que o agendador de tarefas conclua todos os dias a mesma atividade. Você é capaz de editar o dia do início da ação, hora e a repetição de dias em que isso se dará.

    O agendador permite que você escolha a ação que deve ser executada pela tarefa. Neste caso, coloque a opção “Iniciar um programa” para que ele abra uma nova aba para edição.

    Escolha iniciar um programa, no caso o Synctoy

    Na primeira caixa de texto, entre o seguinte endereço, inclusive com as aspas: "C:\Program Files\SyncToy 2.1\SyncToyCmd.exe". A seguir, adicione o argumento “-R” (este, sem as aspas) para que ele execute todas as sincronizações criadas no SyncToy, porém uma de cada vez.

    Se você preferir, o agendador pode mandar o SyncToy executar apenas uma das sincronizações criadas no programa, ao invés de todas. Coloque o argumento “-R” (sem aspas) seguido do nome da sincronização escolhida (em nosso caso, o nome “Teste agendador tarefas”). Para nomes compostos e que utilizam espaços, não se esqueça das aspas.

    Encontre o caminho ou coloque o endereço

    Caso você deixe de colocar as aspas na primeira caixa que mostra o caminho dos programas, uma notificação aparece no seu computador, confirmando a operação com os argumentos inseridos. Clique em “Não” para que o agendador de tarefas modifique as informações, adicionando as aspas onde deveria.

    Clique em não para que o agendador insira as aspas

    Ao final da tarefa, o sistema mostra ao usuário o resumo das informações ali dadas, de forma que você saiba exatamente o que ocorreu durante a o agendamento. Dessa forma, a sincronia já será feita de maneira automática, sem a necessidade de você rodar o SyncToy manualmente.

    Resumo da criação

    Editar a sincronização

    Entretanto, algumas vezes pode ser necessário mudar a tarefa, de maneira que o sistema a execute em intervalos de tempo diferenciados, ou ainda, com outras configurações preestabelecidas por você.

    Para isso, abra novamente o agendador de tarefas e clique em “biblioteca do agendador”. Todas as ações que foram criadas para o sistema se encontram ali. Portanto, busque aquela que você criou para o SyncToy e clique duas vezes para abrir todas as informações do processo. Caso esteja no modo de tela cheia, basta clicar uma vez na tarefa e editar as propriedades na própria tela, na janela logo abaixo.

    Edite as opções do agendamento

    Você também pode acessar as informações clicando em “Propriedades”, na lateral inferior direita do agendador. Da mesma forma, ali você é capaz de excluir, desabilitar, executar e finalizar a tarefa, mantendo o controle sobre aquilo que você configurou previamente.

    Ali você tem mais opções para editar datas, repetições e muito mais. Essa caixa de diálogo é muito mais completa do que aquela criada na inserção da tarefa, portanto, use e abuse da personalização e deixe que a ação rode da forma mais interessante.

    Condições para a tarefa

    Nas abas de propriedades você pode editar também as condições com que o sistema trabalha para executar a tarefa. Para quem usa aparelhos que necessitam que precisam ser carregados na tomada, por exemplo, é possível editar as configurações para que o agendador execute aquela função mesmo com a energia somente da bateria.

    Você também pode acessar o histórico de operações feitas pelo agendador (caso esteja em dúvida sobre a execução, de fato, da tarefa) ou, em caso de erro, tentar executar novamente a atividade em intervalos de tempo definidos.

    Modifique as configurações da tarefa

    Sincronize-se!

    Vale a pena comentar que o agendador de tarefas é uma ferramenta que funciona não apenas com o SyncToy. Você é capaz de criar inúmeras atividades por ali, como desfragmentar o disco, rodar antivírus e muito mais. Basta um pouco de criatividade e conhecimento de quais são as ações que necessitam de agendamento no computador.

    terça-feira, 13 de novembro de 2012

    Dica: Verificação (dominio, dns, blacklist)

    Fonte: http://brunodasilvalenga.wordpress.com/2012/02/29/dica-verificacao-dominio-dns-blacklist/

    Autor: bruno da silva lenga

    As vezes nos deparamos com alguns erros de DNS reverso, ou ate mesmo aquela blacklist chata que caímos. Ou apenas gostariamos de saber como nosso servidor está rodando atualmente (DNS, Email, WWW).
    Para uma melhor verificação recomendo o uso do site abaixo.

    http://www.ipok.com.br

    Eele faz diversos testes em relação ao serviços de (DNS, Email, WWW).

    Características:

    • Conjunto completo de ferramentas de dns
    • Mais de 40 testes online
    • Certifique a configuração de seu domínio
    • Veja o tempo de resposta de diversos serviços
    • Se seu firewall esta devidamente configurado
    • Análise diversos componentes de seu domínio:

    Registro do domínio
    Servidor DNS
    Registro SOA
    Servidor de email
    Servidor Web (WWW)

    • Pesquisa em blacklists.
    • Verificação de dns reverso.
    • Cálculo de Netmask e Subnet
    • ISP podem usar o DNSReport e anexar como documentação para seus clientes.

     

    E para verificação de BlackList recomendo os dois sites a seguir:

    http://www.myiptest.com/staticpages/index.php/check-Blacklisted-IP-DNSBL

    http://www.mxtoolbox.com/SuperTool.aspx?action=blacklist

    Definição de parâmetros no log do SQUID

    Fonte: http://brunodasilvalenga.wordpress.com/2012/02/29/definicao-de-parametros-no-log-do-squid/

    Autor: bruno da silva lenga

    Muitas vezes estamos verificando os Log’s do Squid, e nos deparamos com um requisição estranha do TCP_HIT ou TCP_DENIED, abaixo listo alguns parâmetros que o Squid pode informar e sua explicação.

    TCP_HIT = Uma cópia válida do objeto pedido estava no cache.
    TCP_MISS = O objeto pedido não estava no cache.
    TCP_REFRESH_HIT = O objeto estava no cache, mas era antigo. Foi verificado e ele não foi alterado.
    TCP_REF_FAIL_HIT = O objeto estava no cache, mas era antigo. O pedido para validar o objeto falhou, o objeto antigo foi retornado.
    TCP_REFRESH_MISS = O objeto estava no cache, mas era antigo. Foi descarregado a cópia nova do objeto.
    TCP_CLIENT_REFRESH = Foi uma requisição com a meta tag “no-cache”.
    TCP_CLIENT_REFRESH_MISS = O browser forçou o proxy a verificar para ver se há uma versão nova do objeto.
    TCP_IMS_HIT = O browser ja tinha uma cópia válida do objeto.
    TCP_IMS_MISS = Foi feita um requisição para verificar se um objeto antigo tinha uma nova cópia.
    TCP_SWAPFAIL = Era para o objeto estar no cache, mas não estava.
    TCP_DENIED = A requisição foi negada.

    segunda-feira, 5 de novembro de 2012

    SQL Network Interfaces, error: 26 - Error Locating Server/Instance Specified

    Fonte:http://blogs.msdn.com/b/sql_protocols/archive/2007/05/13/sql-network-interfaces-error-26-error-locating-server-instance-specified.aspx

    Os usuários muitas vezes essa mensagem de erro quando a conexão a um servidor SQL e não sabe por onde começar a resolver o problema. Na maioria dos fóruns, as pessoas diz isso é porque a conexão remota não está habilitado no servidor. Isso não é exatamente correto. Na verdade, esta mensagem de erro dar aos clientes informações muito específicas e que a solução é bastante simples.

    Primeiro de tudo, você receber essa mensagem de erro se você está tentando se conectar a um SQL Server instância nomeada. Por exemplo padrão, você nunca vê isso. Por quê? Porque mesmo que não nesta fase (ou seja, erro de localização do servidor / instância especificada), vamos continuar a tentar conectar usando valores padrão, por exemplo defaul porta TCP 1433, nome padrão tubo para Pipes nomeados. Você pode ver outra mensagem de erro devido a falha mais tarde, mas não essa mensagem de erro.

    Cada cliente de tempo faz uma conexão com o SQL Server chamado instância, enviaremos um SSRP pacote UDP para o servidor da máquina porta UDP 1434. Precisamos deste passo para saber informações de configuração da instância do SQL, por exemplo, os protocolos habilitado, a porta TCP, etc nome do pipe Sem essas informações, o cliente não sabe como conectar o servidor e ele falhar com esta mensagem de erro especificado.

    Numa palavra, o motivo que receber essa mensagem de erro é a pilha do cliente não poderia receber SSRP pacote UDP resposta do SQL Browser. É fácil para isolar o problema. Aqui estão os passos:

    1) Verifique se o nome do servidor está correto, por exemplo, nenhum erro de digitação no nome.

    2) Verifique se o nome da instância está correto e não há realmente uma instância como em sua máquina-alvo.[Update: Alguns aplicação converte \ \ para \. Se você não tem certeza sobre o seu pedido, por favor tente o Servidor \ Instância e Server \ \ Instância em sua seqüência de conexão ]

    3) Certifique-se que a máquina servidor está acessível, por exemplo, podem ser DNS resolver corretamente, você é capaz de executar ping no servidor (nem sempre verdadeira).

    4) Faça serviço Navegador certeza SQL está em execução no servidor.

    5) Se o firewall estiver habilitado no servidor, você precisa colocar sqlbrowser.exe e / ou porta UDP 1434 em exceção.

    Uma vez que você é feito os passos, você não deve ver esta mensagem de erro mais. Você ainda pode deixar de ligar o seu servidor SQL, mas a mensagem de erro deve ser diferente e você tem um problema diferente agora. [ Atualização: Se continuar a falhar, você pode substituir servidor \ instância com tcp: servidor \ instância e / ou np: instância do servidor \ e ver se ele consegue com protocolo TCP ou NP. Dessa forma, você pode isolar o problema um pouco. ]

    Há um caso canto onde você ainda pode falhar depois de verificado o passo 1) -4). Isso acontece quando a) o servidor é uma instância nomeada em cluster ou em uma máquina multi-homed, e b) o seu cliente é uma máquina Vista com firewall. Eu expliquei os detalhes em: Unable to connect to a SQL Server named instance on a cluster

    [ Atualização maio 2009 ] Meu colega encontrou uma ferramenta online bem que poderia ser muito útil para os usuários de isolar questões relacionadas com esta mensagem de erro. Você pode baixar a partir de PortQry http://support.microsoft.com/kb/832919 , execute "portqry.exe-n nome_do_seu_servidor-p udp-e 1434". Se este comando retorna informações e que contém a instância alvo, então você pode descartar possibilidade 4) e 5) acima, ou seja, você tem um navegador do SQL executado e seu firewall não bloqueia SQL Browser pacote UDP. Neste caso, você pode verificar outra questão, por exemplo, seqüência de conexão errada.

    sexta-feira, 3 de agosto de 2012

    Como utilizar a ferramenta PSEXEC

    Utilitários como o Telnet e programas de controle remoto, como o  PCAnywhere, da Symantec, permitem que você execute programas em sistemas remotos, mas podem ser difíceis de configurar e requerem que você instale o software cliente nos sistemas remotos que desejar acessar. O PsExec é um substituto leve do telnet, que lhe possibilita executar processos em outros sistemas, completar aplicativos de console com total interatividade, sem ter que instalar manualmente o software cliente. Os usos mais poderosos do PsExec incluem iniciação de prompts de comando interativos em sistemas remotos e ferramentas de habilitação remota, como o IpConfig, que, de outra forma, não teria a capacidade de mostrar informações sobre sistemas remotos. Eu mesmo já usei o PsExec para remover programas remotamente de computadores no domínio. Os truques para isso virão num próximo post.

    Instalação
    Copie o PsExec no seu caminho do executável. Digite “psexec” para exibir a sintaxe de uso. O PsExec funciona no Windows Vista, no NT 4, no Win2K, no Windows XP e no Server 2003, incluindo as versões de x64 do Windows.
    Sintaxe:


    psexec [\\computer[,computer2[,...] | @file][-u user [-p psswd]][-n s][-l][-s|-e][-x][-i [session]][-c [-f|-v]][-w directory][-d][-][-a n,n,... ] cmd [arguments]
    computer : Direcione o PsExec para executar o aplicativo no computador ou nos computadores especificados. Se você omitir o nome do computador, o PsExec executa o aplicativo no sistema local e, se você inserir o nome do computador como “\\*”, o PsExec executa os aplicativos em todos os computadores do domínio atual.


    @file : Direciona o PsExec para executar o comando em cada computador listado no arquivo de texto especificado.

    -a
    : Separa processadores nos quais o aplicativo pode ser executado sem vírgulas, onde 1 é a CPU com o número mais baixo. Por exemplo, para executar o aplicativo na CPU 2 e na CPU 4, digite: “-a 2,4″.
    -c : Copia o programa especificado no sistema remoto para execução. Se você omitir esta opção, o aplicativo deve estar no caminho do sistema, no sistema remoto.
    -d : Não espere o aplicativo encerrar. Só use esta opção para aplicativos não interativos.
    -e : Não carrega o perfil da conta especificada.
    -f : Copia o programa especificado no sistema remoto, mesmo que o arquivo já exista neste local.
    -i : Executa o programa de modo que ele interaja com a área de trabalho da sessão especificada no sistema remoto. Se nenhuma sessão for especificada, o processo será executado na sessão de console.
    -l :Executa o processo como usuário limitado (remove o grupo Administrators (Administradores) e permite apenas privilégios atribuídos ao grupo Users (Usuários). No Windows Vista o processo é executado com Baixa integridade.

    -n : Especifica o tempo limite em segundos para conectar-se aos computadores remotos.
    -p : Especifica uma senha opcional para o nome de usuário. Se omitir isso, você será solicitado a inserir uma senha oculta.
    -s : Executa o processo remoto na conta System (Sistema):
    -u : Especifica um nome de usuário opcional para o logon no computador remoto.
    -v : Copia o campo especificado somente se ele tiver um número de versão superior ou se for mais recente do que a versão do sistema remoto.
    -w : Define o diretório de trabalho do processo (relativo ao computador remoto).
    -x : Exibe a interface do usuário na área de trabalho do Winlogon (apenas no sistema local).
    -priority : Especifica -low, -belownormal, -abovenormal, -high ou -realtime para executar o processo em uma prioridade diferente.
    program : Nome do programa para executar.
    arguments : Argumentos para transferir (observe que os caminhos de arquivo devem ser caminhos absolutos no sistema de destino).

    Você pode colocar entre aspas os aplicativos que tiverem espaços no nome, por exemplo: “psexec \\marklap “c:\long name\app.exe”. A entrada só é transferida para o sistema remoto quando você pressiona a tecla Enter e digita Ctrl-C para encerrar o processo remoto.

    Se você omite um nome de usuário, o processo remoto é executado na mesma conta de onde você executa o PsExec, mas, como o processo remoto é pessoalizado, ele não terá acesso a recursos de rede no sistema remoto. Quando você especifica um nome de usuário, o processo remoto é executado na conta especificada e tem acesso a qualquer recurso de rede a que a conta tenha acesso. Observe que a senha é transmitida em texto não criptografado para o sistema remoto.

    Você pode usar a versão atual do PsExec como uma substituição Runas quando você direciona o sistema local, porque o PsExec não requer que você seja um administrador.

     

    Exemplos

    O seguinte comando inicia um prompt de comando interativo em \\marklap: psexec \\marklap cmd

    Este comando executa o IpConfig no sistema remoto com a opção /all, e exibe a saída resultante localmente:

    psexec \\marklap ipconfig /all

    Este comando copia o programa test.exe no sistema remoto e o executa interativamente:

    psexec \\marklap -c test.exe

    Especifica o caminho completo para um programa que já esteja instalado em um sistema remoto, se ele não estiver no caminho do sistema.

    psexec \\marklap c:\bin\test.exe

    Executa o Regedit interativamente na conta System para exibir o conteúdo das chaves SAM e SECURITY:

    psexec -i -d -s c:\windows\regedit.exe

    Para executar o Internet Explorer com privilégios de usuário limitado, use este comando:

    psexec -l -d “c:\program files\internet explorer\iexplore.exe”


    O PsExec faz parte de um kit cada vez maior de ferramentas de linha de comando da Sysinternals que auxiliam na administração de sistemas Windows NT/2K locais e remotos, chamadas PsTools.

     

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